Comece pelo gap de percepção

Compare autoavaliação com a percepção externa. O profissional que se vê muito acima do que os outros veem tem cegueira sobre si. O que se vê muito abaixo tem síndrome do impostor. Ambos precisam de conversa, e tipos diferentes de conversa.

Olhe a dispersão, não só a média

Uma média 3.5 com todos os avaliadores marcando 3 ou 4 é diferente de uma média 3.5 com metade marcando 5 e a outra marcando 2. A segunda situação significa que a pessoa entrega coisa diferente para públicos diferentes, ou que o feedback está fragmentado.

Quebre por papel

O que pares dizem é diferente do que subordinados dizem, que é diferente do que o gestor diz. Cada papel vê uma faceta. Líderes muitas vezes têm avaliação alta de gestores e baixa de subordinados, ou vice-versa. É aí que mora informação.

Compare com média do grupo

Nota 3.8 é boa? Depende. Se a média do grupo é 3.2, está acima. Se é 4.1, está abaixo. A nota absoluta significa pouco; a nota relativa orienta decisão.

Análise de comentários abertos

Onde os comentários se concentram? Quais palavras se repetem? O people voice oferece análise de texto dos comentários, útil para captar padrões que a nota numérica esconde.

Da análise ao PDI

Toda análise termina em decisão. Quais 2-3 competências viram foco do próximo ciclo? Quais ações concretas? Qual prazo? Sem isso, a análise vira slide PowerPoint que ninguém abre.


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